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	<title>Contabilidade &#8211; Economic Consultoria</title>
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		<title>Gestão jurídica: indicadores financeiros para escritórios de advocacia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Economic Consultoria]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Nov 2023 20:32:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[A advocacia do futuro e advocacia 4.0 envolvem a digitalização e automação para aumentar a eficiência nas bancas jurídicas, visando resultados financeiros positivos, especialmente relevante diante das altas taxas de fechamento de empresas, incluindo escritórios de advocacia, devido a problemas financeiros.]]></description>
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<p>A advocacia do futuro e advocacia 4.0 envolvem a digitalização e automação para aumentar a eficiência nas bancas jurídicas, visando resultados financeiros positivos, especialmente relevante diante das altas taxas de fechamento de empresas, incluindo escritórios de advocacia, devido a problemas financeiros.</p>



<p>Advocacia do futuro e advocacia 4.0 são termos muito utilizados atualmente se referindo a bancas jurídicas que utilizam a digitalização e a automação para aumentar a eficiência e produtividade a fim de obter resultados financeiros positivos. Essa conceituação já deixa claro que não se trata de termos vazios ou &#8220;da moda&#8221;.</p>



<p>No entanto eles sozinhos não dizem muito, já que se referem a diversos novos aspectos, disciplinas, métodos e tecnologias. Dessa forma se faz útil explorar a profundidade de tais conceitos, sobretudo no que tange à gestão jurídica. E neste artigo o faremos com foco específico na gestão financeira.</p>



<p>O motivo desse foco é que diversos estudos e pesquisas realizados na última década por FGV, Sebrae, Endeavor apontam sempre as mesmas conclusões: trinta por cento das empresas brasileiras (inclusos escritórios de advocacia) fecham em menos de dois anos. Entre os principais motivos de fechamento, boa parte deles são os financeiros.</p>



<p>O contexto de advocacia do futuro envolve uma série de megatendências da Indústria 4.0 típicas da transformação digital. Vou destacar aqui dois deles que enfatizam a necessidade da gestão jurídica e da visão empresarial.</p>



<p>Dois cenários da advocacia do futuro</p>



<p>Mercado de alta competitividade<br>O mercado jurídico movimenta R$ 50 bilhões por ano. E vem crescendo em torno de 20% ao ano. Estes dados englobam números da advocacia, setor público e departamentos jurídicos. Além do montante financeiro que determina o tamanho do mercado, existem outras variáveis como o volume de processos ativos e o contingente de advogados.</p>



<p>O Brasil já é o país com a maior proporção de advogados por habitante do mundo: 1 para cada 164 habitantes. Já em números absolutos em 2022 o país ultrapassou a marca de 1,3 milhão de advogados ativos e registrados na Ordem. Esse contingente coloca o Brasil como o segundo país com o maior número de advogados atuantes, atrás apenas da Índia e tecnicamente empatado com os EUA. As informações são do Conselho Federal da OAB, da International Bar Association &#8211; IBA e da American Bar Association &#8211; ABA.</p>



<p>Esses dados impressionantes significam muito mais concorrência.</p>



<p>Mercado de alta complexidade<br>Nas últimas décadas o Direito vem passando por mudanças que colocam em xeque o seu posicionamento conservador. Em meados dos anos 1990 se iniciou a informatização dos escritórios. Em 2013, através da Resolução CNJ n. 185/13, veio a obrigatoriedade do peticionamento eletrônico para alguns tipos de peças. Aquela determinação causou turbulência nos escritórios. No entanto aquilo foi pequeno.</p>



<p>O conjunto de mudanças que está atualmente em curso traz uma nova onda de tecnologias, métodos, conceitos e práticas. Mais complexas e mais impactantes. E justamente por representar uma grande mudança de status quo, a advocacia 4.0 traz consigo a adoção de uma visão empresarial pra os escritórios, independente do porte. Isso significa que advogadas e advogados necessitam de recursos e métodos de gestão em suas bancas.</p>



<p>Nesses contextos de competitividade e complexidade do mercado entra em cena a busca pela melhoria da produtividade. Dados de uma pesquisa feita em 2021 pela Thomson Reuters apontam que 2/3 dos advogados gastam mais de 40% do tempo em tarefas que não geram negócios nem honorários. Essa baixa produtividade é comum em bancas de todos os portes. Isso significa que não está relacionada apenas à recursos tecnológicos. Mas principalmente à ausência da tal visão empresarial no escritório.</p>



<p>Dessa forma, surge busca pela melhoria da produtividade. Afinal ela se reflete na lucratividade e nos resultados financeiros do escritório. Mas como medir a produtividade? Como melhorar a lucratividade? Quem chegou a esse ponto já começou a desenvolver a consciência sobre a importância da Gestão. E toda gestão utiliza Indicadores Chave de Performance ou KPIs.</p>



<p>O que é um indicador chave de performance | KPI &#8211; Key Performance Indicator</p>



<p>O KPI, traduzido como Indicador Chave de Performance, é o principal instrumento para mensurar os resultados de uma ação ou conjunto de ações em comparação com os objetivos e estratégias definidos em um planejamento. Os indicadores a serem monitorados dependem do tipo de projeto, campanha ou negócio. O benefício de monitorar essas métricas é transformar dados em informações e proporcionar tomadas de decisão inteligentes tanto em caso de sucesso quanto de problemas.</p>



<p>Métricas são elementos individuais medidos ao longo da execução de uma ação ou projeto. Elas podem corresponder a um valor numérico (#) ou porcentagem (%). Ou seja, uma métrica pode ser uma contagem (um número total de algo) ou uma relação (uma divisão de um número por outro). Um exemplo de métrica pode ser:</p>



<p>Horas trabalhadas &#8211; contagem<br>Horas trabalhadas por semana &#8211; relação<br>As métricas numéricas isoladamente nem sempre representam um índice importante para o negócio, pois são dados puramente quantitativos. Ao cruzar dimensões com uma ou mais métricas, teremos dados sendo transformados em informações, daí sim podemos definir isso como um Indicador.</p>



<p>Horas trabalhadas durante o mês de setembro nas causas tributárias contenciosas<br>Portanto o KPI é um indicador selecionado a partir das métricas para explicar matematicamente o atingimento de um determinado objetivo do negócio.</p>



<p>Já deu pra perceber que podem existir dezenas de métricas e indicadores de diversas naturezas. Por isso é preciso organizá-los.</p>



<p>Indicadores de Performance precisam ser planejados</p>



<p>Até aqui entendemos que Indicadores Chave de Performance, são instrumentos para mensurar matematicamente o atingimento de resultados e objetivos. Mas eles não surgem do vácuo. Precisam ser selecionados a partir de métricas relevantes ao projeto ou negócio. Mas como é que se define quais métricas são relevantes a ponto de serem definidas como indicadores? A resposta é simples: no planejamento.</p>



<p>O Planejamento deve ser iniciado pela definição do Objetivo. Um objetivo significa O QUE quer conseguir / ONDE quer chegar. Em seguida se definem as Estratégias para chegar ao seu objetivo, ou seja, o COMO. O próximo passo é definir as Táticas, que dizer, as atividades e tarefas da estratégia.</p>



<p>Por fim se define as metas. Claro que a meta geral é chegar ao destino, mas se usar somente essa meta final e algo der errado no caminho, vai demorar a perceber que ela está comprometida. Por isso é importante também ter metas para algumas atividades ao longo do caminho. Se alguma delas falhar, vai ser fácil de identificar e rápido de corrigir. Somente após definição das metas é que serão escolhidos os Indicadores Chave de Performance.</p>



<p>A escolha das metas e indicadores mais importantes sempre vai depender de algumas variáveis. Algumas delas são: áreas de atuação, os nichos de mercado atendidos, o porte da banca, o posicionamento de mercado, o foco no consultivo ou no contencioso, o nível de digitalização e automação.</p>



<p>Como definir indicadores para gestão financeira focada em resultados</p>



<p>Não existe fórmula pronta. É preciso entender qual métrica representa melhor cada atividade relacionada às estratégias e objetivos. E na sequência quais dessas métricas podem ser definidas como indicadores que demonstrem claramente o desenrolar das atividades.</p>



<p>Em se tratando especificamente de gestão financeira, significa olhar para as métricas definidas no plano financeiro.</p>



<p>Esse plano faz parte do planejamento estratégico e reúne as projeções de despesas fixas e variáveis, de custos diretos e indiretos, de investimentos; bem como as estimativas de receita e faturamento. Alguns exemplos de Indicadores Financeiros são: Ticket Médio por cliente; Receita por Período / por Área; Despesas por Período / por Área; Faturamento Realizado; Lucratividade por cliente; Margem de lucro líquido; entre outros.</p>



<p>Erros ao definir indicadores</p>



<p>Lidar com métricas e indicadores nem sempre é algo intuitivo, sobretudo para iniciantes. Nesse sentido é importante atentar para algumas incorrências em erros que podem comprometer todo o trabalho de gestão do escritório de advocacia. Os erros mais comuns são:</p>



<p>Escolher KPIs irrelevantes ou não alinhados com objetivos estratégicos<br>Estabelecer muitos KPIs<br>Criar Indicadores sem Metas relacionadas<br>Focar em métricas de vaidade (números grandes que não significam nada)<br>Desequilíbrio entre indicadores financeiros e operacionais<br>Realizar Análises que não geram ações corretivas<br>Controles para mensurar atingimento de metas a partir dos indicadores</p>



<p>Uma vez que os indicadores chave foram definidos, o passo final é criar controles eficazes e facilmente acionáveis que permitam acompanhar os indicadores, portanto, avaliar se as atividades (táticas) estão sendo executadas da forma certa e no tempo esperado. Por padrão existem alguns controles financeiros mais utilizados:</p>



<p>Contas a receber / Contas a pagar<br>Conciliação bancária<br>Demonstrativo de Fluxo de Caixa &#8211; DFC<br>Demonstrativo de Resultados do Exercício &#8211; DRE<br>Balanço Patrimonial<br>Esses controles costumas ser números em planilhas, ou seja, pouco amigáveis. No dia a dia é necessário verificar esses controles com mais agilidade. Para isso existem recursos de visualização de dados (Data Visualization): Gráficos, Diagramas de dispersão, Mapas de calor, Histogramas e Relatórios Gerenciais. Esses elementos visuais ainda podem ser reunidos em um quadro geral, também conhecido como dashboard.</p>



<p>Cabe ressaltar que os dashboards são mais úteis para organizar os indicadores importantes no dia a dia de forma visual e amigável. Enquanto os demonstrativos e os relatórios gerenciais entregam um consolidado por períodos mais longos com conclusões e insights.</p>



<p>Gestão financeira estratégica com foco em resultados</p>



<p>Ser estratégico significa agir de acordo com os objetivos planejados. Então a gestão com foco em Resultados significa seguir o planejamento e acompanhar o atingimento das metas. utilizando indicadores e controles.</p>



<p>Os relatórios gerenciais, dashboards e os demonstrativos representam um conjunto de controles extremamente poderoso para acompanhar a Gestão Financeira do escritório com foco em resultados.</p>



<p>Mas a mensuração dos resultados não se encerra somente em olhar os dados e números nesses instrumentos. Independente se os resultados foram positivos ou negativos, é imprescindível usar essas informações para tomar decisões estratégicas. Se os resultados foram negativos, algumas correções de rota serão necessárias. E mesmo quando os relatórios forem positivos, existe informação útil para identificar quais variáveis contribuíram para esse resultado. E com isso é possível potencializar essas variáveis.</p>



<p>Bem resumidamente esse é o fluxo de como se define indicadores e como se utiliza os dados e controles para uma gestão financeira focada em resultados. Todos esses processos de se utilizar Métricas e Indicadores na gestão do escritório de advocacia podem ser feitos em softwares jurídicos. Atualmente eles são acessíveis mesmo para advogados autônomos e escritórios de pequeno porte.</p>



<p>O escritório que desenvolveu uma visão empresarial estratégica e utiliza todo esse processo já está com os pés na Advocacia do Futuro.</p>



<p>Fonte &#8211; Clique aqui: <a href="https://www.migalhas.com.br/depeso/397433/gestao-juridica-indicadores-financeiros-para-escritorios-de-advocacia" data-type="link" data-id="https://www.migalhas.com.br/depeso/397433/gestao-juridica-indicadores-financeiros-para-escritorios-de-advocacia" target="_blank" rel="noreferrer noopener">migalhas.com.br</a></p>



<p></p>
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		<title>Reforma tributária prevê alterações no imposto sobre doações e herança que podem causar elevação na carga tributária</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Economic Consultoria]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Nov 2023 18:11:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[Reforma tributária prevê alterações no imposto sobre doações e herança que podem causar elevação na carga tributária.]]></description>
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<p></p>



<p>Além da amplamente divulgada unificação dos tributos sobre o consumo, é necessário acompanhar atentamente os impactos que a Reforma Tributária que pode ocasionar em relação à tributação das heranças e doações, considerando a possível majoração das alíquotas, decorrente da progressividade do ITCMD.</p>



<p>A proposta de Reforma Tributária (Proposta de Emenda Constitucional 45/19 &#8211; &#8220;PEC 45&#8221;) foi aprovada pela Câmara dos Deputados em julho de 2023 e desde então está em discussão no Senado Federal, com previsão de aprovação até o final deste ano. Em essência, a PEC 45 pretende reformular a tributação sobre o consumo, mas também promove alterações em diversos outros tributos, como o Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doações &#8211; ITCMD.</p>



<p>O ITCMD é o imposto estadual que incide sobre heranças e doações, de quaisquer bens e direitos, cujas alíquotas podem chegar até 8%. Em São Paulo, a alíquota é única de 4%, independente do valor do patrimônio envolvido.</p>



<p>Se a PEC 45 for sancionada nos termos do texto aprovado pela Câmara, a Constituição Federal &#8211; CF tornará obrigatória a progressividade do imposto, ou seja, os Estados deverão manter um escalonamento das alíquotas, aumentando quanto maior o valor dos bens transmitidos. Vale ainda destacar que até o momento não há previsão de prazo de transição para início dos efeitos das alterações no regramento do ITCMD.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="413" height="402" src="https://economiconsultoria.com.br/teste/wp-content/uploads/2023/11/huql8p86rd.png" alt="" class="wp-image-1015" srcset="https://economiconsultoria.com.br/wp-content/uploads/2023/11/huql8p86rd.png 413w, https://economiconsultoria.com.br/wp-content/uploads/2023/11/huql8p86rd-300x292.png 300w" sizes="(max-width: 413px) 100vw, 413px" /></figure>



<p>Atualmente, 10 Estados não adotam alíquotas progressivas e não aplicam a alíquota máxima de 8%, estando, assim, sujeitos a um aumento de carga tributária após a aprovação da PEC 45, são eles: Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Paraná, Espírito Santo, Alagoas, Amazonas, Roraima, Amapá e Piauí.</p>



<p>Outra relevante alteração introduzida pela PEC 45 é a definição do Estado competente para a cobrança do imposto nos casos de transmissão causa mortis de bens móveis, títulos e créditos. O texto vigente da CF permite que o ITCMD seja recolhido ao Estado em que se processar o inventário ou arrolamento. A nova redação, por sua vez, restringe a competência tributária apenas para o Estado &#8220;onde era domiciliado o de cujus&#8221;, o que afasta a possibilidade de o contribuinte optar por um Estado com tributação mais vantajosa onde realizar o inventário extrajudicial.</p>



<p>Veja um quadro comparativo com as alterações na Constituição Federal:</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="698" src="https://economiconsultoria.com.br/teste/wp-content/uploads/2023/11/zgtj0omnie-1024x698.png" alt="" class="wp-image-1016" srcset="https://economiconsultoria.com.br/wp-content/uploads/2023/11/zgtj0omnie-1024x698.png 1024w, https://economiconsultoria.com.br/wp-content/uploads/2023/11/zgtj0omnie-300x204.png 300w, https://economiconsultoria.com.br/wp-content/uploads/2023/11/zgtj0omnie-768x523.png 768w, https://economiconsultoria.com.br/wp-content/uploads/2023/11/zgtj0omnie.png 1092w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p></p>



<p>A expectativa de elevação do imposto tem levado os contribuintes a acelerarem a realização de planejamentos patrimoniais e sucessórios, que são instrumentos cada dia mais usuais para resguardar seus bens pessoais e familiares. Para tanto, devem ser considerados os custos com ITCMD.</p>



<p>Nesse sentido, dados publicados pelo Colégio Notarial do Brasil &#8211; CNB1- representante dos tabeliães do país -, revelam um acréscimo de 22% no número de doações em vida desde a aprovação da Reforma Tributária pela Câmara dos Deputados, quando comparados com o mesmo período do ano anterior.</p>



<p>Em resumo, a PEC 45 promove as seguintes alterações no arcabouço constitucional:</p>



<p>Progressividade: os Estados devem, obrigatoriamente, adotar alíquotas progressivas, que variam em razão do valor do patrimônio transmitido ou doado.<br>Competência para tributar: o imposto incidente sobre a transmissão causa mortis de bens móveis será devido ao Estado onde era domiciliado o de cujus.<br>Imunidade das entidades sem fins lucrativos: o ITCMD não incidirá sobre as transmissões e doações destinadas a instituições sem fins lucrativos.<br>Como se vê, além da amplamente divulgada unificação dos tributos sobre o consumo, é necessário acompanhar atentamente os impactos que a Reforma Tributária que pode ocasionar em relação à tributação das heranças e doações, considerando a possível majoração das alíquotas, decorrente da progressividade do ITCMD.</p>



<p></p>



<p>Fonte &#8211; Clique aqui: <a href="https://www.migalhas.com.br/depeso/396058/reforma-tributaria-preve-alteracoes-no-imposto-sobre-doacoes-e-heranca" target="_blank" rel="noreferrer noopener">migalhas.com.br</a></p>
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